Nasci na Argentina, mas estudei música no Brasil e na Hungria. O resultado:
toco tekerőlant (viela de roda húngara) tentando aproximar seu som
ao da rabeca, (violino popular brasileiro). O repertório: músicas
nordestinas tradicionais ou de autor, tocadas no Brasil em rabeca
ou acordeao.
Apesar do tekerőlant ser inexistente no
Brasil, as fortes reminiscencias medievais das melodias nordestinas
fazem com que o instrumento (ele próprio vindo da idade média européia)
rime muito bem com elas, como é possivel conferir nos trechos de áudio
a seguir...
Que história é essa?
Estudei tekerőlant com Nagy Balázs, na Óbudai Népzenei Iskola (Escola
de Folclore de Óbuda), em Budapest. Foi uma grande experiencia. Nagy
Balázs é também o luthier do instrumento que toco, e o seu apoio foi
fundamental para que eu pudesse desenvolver a minha música. Na Hungria,
tenho me apresentado em bares e feiras, assim como em encontros nacionais
de tekerőlant, e a resposta tem sido muito positiva, tanto do público
ocasional como dos meus colegas húngaros. Atualmente moro em Budapeste.
Grupo formado por Pablo Lerner, Argente residente em Budapeste, tocador de tekerőlant (viela de roda húngara) e que faz a relaçao de seu instrumento medieval com a muscia Nordestina e a Rabeca.
Di Freitas, Brasileiro, instrumentista cria instrumentos para reproduzir sonoridades de mundos diferentes e que se ligam a cultura Nordestina.
Evânio Soares, Joven instrumentiosta toca, pifano, rabeca, viola e percussao.
O Grupo interpreta Juazeiro de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga.